RESUMO: Este artigo persegue a obra de alguns intelectuais da umbanda durante as décadas de 1930 e 1940, sobretudo atendo-se à sua relação com o Estado Novo. Durante este período os intelectuais umbandistas procurarão no estado o seu interlocutor por excelência, tentando afirmar a identidade da nova religião como totalmente acorde com a representação da nação e do estado propalada pelo regime.

Assim toma corpo um discurso conciliador e harmônico do Brasil e da umbanda, aproximando-se da visão miscigenada e triádica propalada pelo estado.